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Publicado em 06/10/2015

5 razões para ter um site com design responsivo

5 razões para ter um site com design responsivo

Cada vez mais smartphones e tablets vêm sendo comprados e isso exige que os sites se tornem mais amigáveis para esses dispositivos móveis. Isso requer novas abordagens de visualização e navegação, uma arrumação mais limpa e efetiva, e que estas sejam boas soluções também para os desktops (computadores de mesa). Que tudo funcione bem nas pequenas telas e nos grandes monitores.

Veja aqui 5 razões para investir em um site com design responsivo!
Grande flexibilidade
Os sites com design responsivo são fluídos: seu conteúdo se move livremente em todas as resoluções de tela e em todos os dispositivos. Os grids e as imagens são também recombináveis, acompanhando os novos espaços da tela e se alocando para manter a aparência desejada e ordenada do site. Assim, o projeto responsivo obtém mais ou menos o mesmo resultado visual do conteúdo do site em telas grandes e menores.

Melhor experiência dos usuários
O conteúdo mais flexível e recombinável permite que o usuário tenha uma experiência agradável de intelecção e navegação em qualquer tamanho e resolução de tela. Ele pode utilizar o aparelho de sua preferência, na hora em que preferir. Assim, o web design responsivo abastece uma experiência de usuário ideal, independentemente de utilizar um computador desktop, um smartphone, um tablet ou uma TV inteligente. O recurso acomoda o profissional ocupado ao longo do dia e tem o estudante universitário bem servido de acesso ao seu site a qualquer momento. Se não houvesse uma solução adequada de rolagem ou redimensionamento, o visitante teria que acessar seu site apenas a partir de seu dispositivo favorito, depois de indicar as diretrizes de visualização do local.

Baixo custo efetivo
Ter um site único que está em conformidade com a necessidade de todos os dispositivos é bem mais barato do que ter dois ou mais soluções web distintas. Além disso, vale dizer que os sites destinados exclusivamente para o uso em dispositivos móveis não oferecem as técnicas de navegação avançadas encontradas em websites tradicionais, e também exigem que o usuário mantenha dois endereços da web separados para seu site. Isso é inconveniente para a maioria das pessoas, o que pode levá-los a conferir o site do concorrente.

O Google recomenda
O Google tem mais do que 2/3 do mercado de busca mundial. Considerando-se apenas o ambiente móvel, sua participação chega a 80%. Então, o que a empresa indica torna-se importante para o marketing on-line das empresas ouvir. Além disso, o Google afirma que esta seria a sua configuração móvel aconselhada, sugerindo ainda que o design responsivo é a melhor prática para a indústria. Já para o presente ano de 2015, o Google vai aumentar sua compatibilidade com os dispositivos móveis como critério de classificação nos resultados de busca feitas nos smartphones e tablets (saiba mais aqui).

Saiba que, inclusive, as recentes normativas da empresa, de fevereiro de 2015, sugerem que a atualização de SEO do Google vai penalizar as versões de sites para desktop que não sejam mobile-friendly, piorando sua classificação nos algoritmos e nos resultados de seu mecanismo de busca na Internet.

Facilidade de gerir
Dois websites, um para a solução móvel e outro para um ambiente fixo, como o desktop, exige que a empresa tenha campanhas de SEO diferentes, além de ações publicitárias distintas. É claro que gerir apenas um site e desenvolver uma estratégia de SEO é muito mais fácil do que tomar conta de dois locais e dois planos de ações diferentes. Por isso um site responsivo é muito conveniente: ele admite ter uma só estratégia de SEO, com a otimização de palavras-chave que são mais propensas a serem buscadas quando alguém está no seu smartphone. Mas também em seu desktop!

Se o SEO é um componente central de sua estratégia de marketing digital, ter um site mobile-friendly está se tornando igualmente essencial. As vendas feitas em aparelhos móveis já superaram aquelas feitas em desktop, e uso da Internet móvel está previsto para ultrapassar o da Internet em desktop já por agora, em 2015. É lógico que a busca móvel vai exceder a busca no desktop, em algum momento no futuro próximo também. A decisão é sua.

Leia mais em: https://www.impacta.com.br/blog/2015/05/14/5-razoes-para-ter-um-site-com-design-responsivo/

Publicado em 01/10/2015

BURN presente no lançamento do novo site do Museu de Zoologia da UNESC

BURN presente no lançamento do novo site do Museu de Zoologia da UNESC

Bruno e Tiago representaram toda equipe da BURN WEB no aniversário de 13 anos e lançamento de seu site.

O projeto você pode conferir em museudezoologia.unesc.net

“O novo site nos permitirá estabelecer um contato mais próximo com nossos visitantes, além de passar a ser mais uma importante ferramenta para a difusão, popularização e pesquisa sobre o conhecimento da fauna”, ressaltou a coordenadora do Museu de Zoologia, Morgana Gaidzinski. Com a nova plataforma, estudantes que buscam informações sobre a fauna de mata atlântica e do ambiente marinho terão mais uma ferramenta de pesquisa, com a disponibilização de informações sobre a história natural das espécies em exposição. Além disso, o site traz jogos educativos, galeria de fotos, espaço para comentarios, agendamento de visitas orientadas, entre outras opções. A construção do novo website do Museu de Zoologia foi viabilizada por meio das parcerias entre o Museu e a Polícia Militar Ambiental, que também contribui com a doação de espécies animais.

Fonte: Setor de Comunicação Integrada"

Publicado em 29/09/2015

Museu de Zoologia da Unesc comemora 13 anos e lança website

Museu de Zoologia da Unesc comemora 13 anos e lança website

É uma honra poder fazer parte do Aniversário de 13 Anos do Museu de Zoologia da Unesc.

Publicado em 28/09/2015

Presidente da Anjo Tintas, visita a BURN WEB

Presidente da Anjo Tintas, visita a BURN WEB

O Presidente da ANJO TINTAS, Filipe Colombo, esteve visitando a BURN WEB para conferir algumas etapas do projeto do NOVO site da ANJO que será lançado em breve.

Publicado em 23/09/2015

125 anos Carbonífera Metropolitana

125 anos Carbonífera Metropolitana

Parabéns Carbonífera Metropolitana pelos seus 125 anos! 

Estamos honrados por fazer parte de sua história.

Publicado em 16/09/2015

81,5 milhões de brasileiros acessam a internet pelo celular

81,5 milhões de brasileiros acessam a internet pelo celular

Acessam à internet pelo celular 81,5 milhões de brasileiros com mais de dez anos, segundo pesquisa divulgada hoje (15) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). O número representa 47% dessa parcela da população, de acordo com as entrevistas feitas em 19,2 mil domicílios entre outubro de 2014 e março de 2015. Na edição anterior da pesquisa TIC Domicílios, com referência a 2013, o percentual de usuários da rede por telefone móvel era de 31% e em 2011, de 15%.

O celular é o segundo aparelho mais presente nos lares brasileiros, estando em 92% deles. Perde apenas para os televisores, que estão em 98% dos domicílios. No total, o telefone móvel é usado por 86% dos adultos e adolescentes, um total de 148,2 milhões de pessoas. O aparelho é o único meio de acesso a rede para 19% dos usuários. O computador é o canal exclusivo de conexão para 23% dos internautas. 56% utilizam os dois meios.

Entre os usuários de internet, o equipamento mais utilizado ainda é o computador, sendo meio de acesso de 80% deles – 54% computadores de mesa e 48% notebook. Em seguida, vem o celular, com 76%. O tablet é usado por 22%.

Tem pontos de acesso à rede 50% dos domicílios. Porém, são apontadas desigualdades regionais. Enquanto o índice de lares com internet fica entre 55,1% e 60% no Sudeste, o percentual nas regiões Norte e Nordeste está entre 35% e 40%. “A série histórica da TIC Domicílios tem mostrado a permanência da desigualdade no acesso, fato que precisa ser observado em sua complexidade pelos gestores públicos para a reversão deste quadro” ressalta o gerente do Cetic.br, Alexandre Barbosa.

Por classe social, também é verificada disparidade no acesso. Entre as residências da classe A, 98% têm conexão, 82% nas da classe B, 48% na classe C e 14% nas D e E. O custo elevado do serviço é um dos motivos apontado por 49 % dos que não têm internet em casa. O segundo fator mais citado é a falta de computador (47%). Enquanto 45% disseram simplesmente não ter interesse.

Em relação a velocidade de conexão, 35% dos usuários têm acesso lento, de até 2 megabits por segundo (Mbps). O coordenador da pesquisa, Winston Oyadomari, destacou que a falta de boas conexões pode ser um impedimento para acessar determinados conteúdos. “Assistir filmes ou vídeos aparece como uma das atividades mais citadas. O que é interessante porque demanda uma conexão de internet que dê conta de vídeo. Como fica essa questão do indivíduo demandar o vídeo mas ter uma conexão que não necessariamente suporta?”, questionou.

O envio de mensagens instantâneas por redes sociais ou aplicativos é a atividade mais realizada pelos usuários de internet (83%). Participar de redes sociais é razão do acesso de 76% dos usuários. E 58% dos internautas usam a rede para assistir vídeos ou filmes. Com informações da Agência Brasil.

FONTE: http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/815-milh%C3%B5es-de-brasileiros-acessam-internet-pelo-celular/ar-AAel0pb?ocid=spartandhp

Publicado em 20/08/2015

Rafaela apagando as velinhas ;)

Rafaela apagando as velinhas ;)

E hoje foi dia de comemoração com a aniversariante do mês de Agosto, nossa querida Rafaela.

Grande abraço de toda Equipe Burn.

Publicado em 17/08/2015

Oi promete banda larga de até 35 Mb/s nos próximos meses

Oi promete banda larga de até 35 Mb/s nos próximos meses

Em meio a um grande processo de reestruturação da empresa, a Oi anunciou novos investimentos de rede para o segundo semestre. A primeira das mudanças que atendem ao consumidor final se resume em novas velocidades da banda larga fixa: será possível assinar internet de até 35 Mb/s pela operadora.

Serão quatro novas opções no portfólio: 20 Mb/s, 25 Mb/s, 30 Mb/s e 35 Mb/s. Será utilizada a tecnologia VDSL, e a novidade chega após o anúncio de um novo backbone ótico com capacidade de 100 Gb/s, que percorrerá as cidades de 12 capitais do Nordeste ao Sul do país. A operadora espera atingir 35% da base com os novos planos, e tem a capacidade de até 300 mil acessos com a velocidade de 35 Mb/s. A expansão da rede FTTH também está no papel: a promessa foi feita há três anos com o anúncio do serviço de banda ultra larga e IPTV, que é restrito a pouquíssimas residências em bairros de Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

Leia mais em TECNOBLOG.

Publicado em 15/07/2015

Google vai reabrir ferramenta de edição de mapas

Google vai reabrir ferramenta de edição de mapas

Dois meses após tirar do ar a ferramenta Map Maker, o Google decidiu que vai reabri-la. Caso você não lembre, o Map Maker foi suspenso depois de desenharem um robô do Android urinando no logo da Apple no Maps. O usuário que fez isso havia se aproveitado da política de revisão da ferramenta, que não funciona muito bem.

Pavithra Kanakarajan, gerente de produtos do Map Maker, veiculou a informação da reabertura no fórum da ferramenta, anunciando também algumas melhoras na política de revisão. Agora, para as mudanças aparecerem no mapa, um moderador terá que aprová-las.

Os moderadores, chamados de Regional Lead, terão apenas poder local. Quando um usuário enviar uma sugestão na área em que o Lead opera, ela será revisada tanto por sistemas de moderação automáticos do Google quanto pelos Regional Leads. Os moderadores serão escolhidos mediante convite do Google.

Matéria completa em TECNOBLOG.

Publicado em 29/06/2015

Google anuncia medidas para evitar cliques acidentais em anúncios móveis

Google anuncia medidas para evitar cliques acidentais em anúncios móveis

Vai ficar mais difícil passar pela frustrante experiência de ser redirecionado para outra página após clicar em uma propaganda por engano. Nesta semana, o Google revelou medidas para diminuir a incidência de toques acidentais em anúncios para dispositivos móveis.

Esse é um transtorno mais recorrente do que se imagina. O Google explica que, de acordo com estudos recentes, até 50% dos cliques em anúncios móveis não são intencionais. Nem mesmo tablets ou smartphones com telas maiores escapam do problema.

A primeira das medidas para diminuir a ocorrência de toques acidentais é o bloqueio de cliques que acontecem perto das bordas dos anúncios. Muitas vezes, o usuário toca ali para rolar a página, só percebendo tardiamente que o ato acionou o banner. Se a pessoa quiser, de fato, conferir o anúncio, terá que clicar em uma parte mais central da peça.

Outra medida diz respeito a anúncios intersticiais, que normalmente ocupam a página inteira. Esse formato costuma ser usado para promover aplicativos, mas o ícone deste fica próximo do “X” que fecha o anúncio. Por isso, o ícone não será mais clicável. Caberá ao usuário tocar no botão de instalação se quiser obter o app.

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